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To Martin

When the winter comes Remember the words we sang, boy When the child of dawn Ride for the first time So long, sweet sun So long So long, sad sun So long So long, so long So long When the crows of south Bring blood to your old hands When the time is come Grab summer’s last warm breath It's the day to overcome Broken things that hold you home Candles burn and hope’s not gone Blades and knights will break the fog

Quantas vezes eu escrevi a palavra "podcast" nesse texto?

Olá, seres sintéticos! Tudo bem? Caraca, eu quase não me sinto em casa após tantos meses sem postar uma vírgula sequer... Aliás, quando eu postei algo pela última vez, essa casa tinha paredes brancas, decorada apenas por uma singela pergunta rabiscada em uma folha de papel. Agora a mesma pergunta está escrita de maneira um pouco mais selvagem na cabeça de nosso amigo delki8. Engraçado isso, não? Geralmente uma idéia sai da cabeça de um autor e vai pro papel, e não o contrário... Bom, voltando ao assunto – que eu sequer havia começado –, senti uma súbita vontade de escrever. Tanto essa vontade quanto o conteúdo do texto estão ligados a um podcast que descobri recentemente, o Papo Na Estante, dedicado à literatura e autores – independentes ou não. Acho que o programa tem uma cara meio viagemsintetística, então é muito válido o jabá. Podcasts, aliás, têm ocupado bastante do meu tempo nos últimos anos, culpa do delki, que me apresentou ao Nerdcast, cujos participantes tornaram-se uma e...

Never Let Me Go

Este é um post que fala sobre histórias, cenas, sons e imagens do filme, se você não viu e pretende ver, ler isto mas talvez estrague sua experiência quando chegar a sua vez. Enquanto eu passo um tempo escrevendo elogios sobre este filme estou tentando me fazer voltar algumas horas atrás quando eu estava prestes a chorar sobre a almofada do sofá (porque eu estou emotivo nesses dias) vendo algumas cenas de Never Let Me Go... Consigo isso colocando parte da trilha sonora pra tocar novamente enquanto falo, consigo isso separando as imagens abaixo que justificam um dos meus elogios e consigo isso falando que consigo. O primeiro elogio fica para a apaixonante forma como os personagens se comportam e como bem disse essa senhorita Juliana Cunha em seu post sobre o filme a ingenuidade deles é de um charme inegável. O desenvolver de um filme com clonagens e que não fala sobre elas é excelente porque apesar de ser parte importante do filme esse aspecto se torna uma característica da histó...

O movimento dadaísta no século 21

Eu vou pelo menos começar a escrever alguma coisa, ontem eu me peguei tentando dormir com pensamentos dadaístas que foi o único movimento artístico que realmente me chamou a atenção no ensino médio. Imaginei 3 minhocas cabeçudas e azuis vistas alinhadas, enchendo as bocas com um fluido rosado que vinha de alguma outra coisa que eu não consegui imaginar porque o pensamento começou a ficar grande demais pra uma cabeça cansada. Se for analisar direitinho era um pensamento que pendia muito mais pro surrealismo do que pro dadaísmo, mas ainda sim eu gosto do dadá, vai ficar fácil ver isso lendo os outros textos do blog, então acredite seu leitor incompreensível e incrédulo! Eu mesmo estou escrevendo este post com o único propósito de preencher espaço e de ver algo novo no blog, vocês sabem que eu tenho um certo gosto nisso e ainda estou aprendendo a escrever usando referências de links para outros conteúdos sem referenciá-los diretamente, assim como fazem alguns grandes e bons blogs ...

A Viagem do Peregrino da Alvorada

Esse filme tem mais de dois problemas relacionados com a deturpação da mensagem que tenta ser passada no livro. Estamos acostumados com o uso de elementos de livros sendo  usados para se "montar” uma história diferente da que é proposta na história original, infelizmente os responsáveis pela produção cinematográfica de “A Viagem do Peregrino da Alvorada” deturparam levemente questões que eu vejo como importantíssima: 1- A personificação do mal foi toda colocada sobre a não-estou-no-livro névoa verde. Sempre que os personagens sofrem algum tipo de tentação, que suas dúvidas, medos e ambições são colocados frente a frente com sua fé (ou com alguma coisa que o filme tenha colocado equivalente a isso como coragem, moralismo ou boas maneiras)  aquela personificação do mal está presente. A impressão que eu tive foi a de que quem colocou a não-estou-no-livro névoa verde não acredita que o mal esteja dentro das pessoas, passíveis de erros e sujeitas às suas pr...

Chateações de um Chateau

Aquela garrafa já estava cheia. Já estava cheia justamente por ainda estar cheia, pois ainda não havia sido consumida. Só ia sendo consumida a sua paciência, levada pelo tempo. E o tempo se arrastava lento naquela velha adega. A garrafa, originada da vinícola francesa Chateau D’Arignac, safra de 1807, já não podia agüentar a espera... o ócio... o envelhecer. A cada passagem de ano – e foram muitas – podia ouvir o estalar das rolhas, alegres, festivas, e o canto do vinho que deslizava nas taças sóbrias de cristal para serem degustadas sob brindes recheados de esperança. Garrafas eram abertas também em cerimônias políticas e bailes da mais alta sociedade. Mas não esta garrafa, que tinha a rolha entalada na garganta. O seu valor, em sua concepção, era sua maldição. Já tinha perdido seu orgulho, seu sonho antigo, da época em que era apenas um tanto de uvinhas grudadas à parreira, sonho de ser aberta em ocasião de grande tratado de paz, ou cerimônia importante e cheia de pompa. Já...

As Crônicas de Nárnia

Eu não tenho mais 13 anos. Mas ainda sim estou surpreso e emocionado com a série de C.S. Lewis: As Crônicas de Nárnia , cada livro com uma abordagem maravilhosa do reino de Deus, eu ando sem inspiração pra escrever sobre as coisas mas eu gostaria de deixar minhas mais sinceras recomendações à série que pode(ou podia, na minha época) ser comprada no submarino por um preço abaixo do que ela merece. O Sobrinho do Mago me inseriu no mundo recém criado e me fez perceber o quão bom era Nárnia em comparação com nosso mundo, e como o nosso mundo poderia perecer através da maldade e da ambição, a macieira narniana no final do livro, o mundo destruído e morto de Charn e o bosque entre os mundos foram as coisas que mais me marcaram no primeiro livro da série. O Leão, a Feiticeira e o Guarda Roupa por ser o primeiro da série escrito por C.S. Lewis nota-se (e essa opinião veio do comentário que o @ZeBokinha fez ontem numa conversa comigo) o quão decidido ele estava em escrever algo para crian...