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Postagens

Como minha adolescência começou e terminou em 1 ano

Eu faço aniversário dia 14 de abril, se um ano fosse um minuto eu faria aniversário mais ou menos aos 16 segundos do ano. Em 2004 eu fiz 15 minutos e acho que foi o único ano que eu fui adolescente. Foi bem rápido. Eu não sei bem porque eu pensei nisso mas eu sempre vejo o ano de 2003 de um jeito lúdico e imbecil e 2005 como o início do fim, 2004 acabou sendo o ano perfeito para ser considerado um ano de transição, transformação ou qualquer outro termo que queiram aplicar a isso. Infelizmente minha memória não me permite lembrar de muitas coisas que aconteceram naquele ano, mas eu me lembro de uma grande festa de 15 anos que fui, me lembro de paixonites doídas, me lembro de montinhos aos sábados na praça de frente ao colégio onde eu estudava, me lembro de conhecer os primos de um dos meus melhores amigos(que se tornaram co-amigos com o primo), me lembro de assistir Clube da Luta, Beleza Americana, conhecer mais profundamente Coldplay e Legião Urbana, eu diria que meus gostos e impres...

The Plump Rolling Geese

Acho que eu acabei de compor uma letra nova pro The Plump. Ela ainda não tem título, mas é bem legal. Olha aí... Ah, coloquem-na no Google Translator, acho que vai ser uma experiência legal! Everyone got fearless days, Ramone Real ways to fill the haze Mamon Every day I feel I’m on my own I write nonsense lyrics for a song In a daydream all around you See that ace and say common If I’m dazed I freeze my eyebrows Calling Daisy to go on People say I’m useless fat and round I decided to put it on the tune The last verse, mom, didn’t rhyme at all Didn’t want to repeat the word “song” (oh, bloody hell!) In a daydream all around you See that ace and say common If I’m dazed I freeze my eyebrows Calling Daisy to go on Psychedelic harmonies Let’s recall the sixties La la la la La la I’m feeling fine now In your head There’s a signal Call it Fred Brow lend me your hat It’s so real I like nightfalls Paint it red

"e você? nasceu de um ovo de que?"

Não estou satisfeito com esse layout novo e vou continuar alterando, como o antigo, até chegar num ponto que me satisfaça, o importante vem agora: "e você? nasceu de um ovo de que?" O Viagem Sintética fez 3 anos de idade(contando a partir da primeira postagem) no dia 25/07. Fico feliz em ver que algo que eu produzo já dura tanto tempo, acho que o segredo da duração está na proposta inicial do blog que se mantém firme até hoje. Não se preocupar com leitores e nem com regularidade de postagens. É um blog pessoal eu acho, onde são condenados vômitos por pessoas variadas(que nem variam tanto na verdade). É um bom blog sabem, eu tenho um prazer em ver a postagem nova, toda vez que entra um comentário ou alguém comenta pessoalmente sobre uma determinada postagem eu volto e a leio novamente, o que pode ser considerado narcisismo por alguns. Em algumas postagens nós(autores) dissemos que gostaríamos de ser artistas, fazer arte de verdade e nos lamentávamos por não ter tal capacid...

Não sei o que fazer

Um pensamento que me ocorreu.

Aaaaa os evangélicos de hoje, com suas frases de efeito e suas conjurações baratas. Está tão na moda ser evangélico que eu vejo um monte dessas frases de efeito sendo proferidas por todos os lados, falando sobre vitórias, alegrias e prosperidade. Me impressiono com a quantidade de gente que diz professar a fé evangélica hoje em dia, não sinto nada a respeito do fato de agora eu ser parte da maioria, minha preocupação reside no fato de que nada mudou. O evangelho pregado e vivido com fidelidade traz paz à uma nação/comunidade, a nossa está tão corrupta e egoísta quanto sempre. Conclusão? Os evangélicos que formam a maioria não fazem diferença nenhuma nessa sociedade nossa. Estamos tão preocupados com nossas sociedades particulares onde tudo é bonito que há muito tempo nos esquecemos de dizer a alguém que Jesus morreu e ressucitou. "Pregue e se preciso use palavras." Nos apegamos tanto a isso que não usamos palavras pra nada, evangélicos não dizem que Jesus morreu e está viv...

Os velhos males do Zé (Parte I)

Me acostumei tanto com meu estilo delicado de lenhador russo que toda palavra minha tornou-se irremediavelmente condicionada a abrir lascas também irremediáveis na carne dos sensíveis. Não posso evitar, e muitas vezes me pergunto se quero. Talvez um simulacro de idade da pedra me caísse melhor, com trogloditas letrados que ofender-se-iam mutuamente sem a necessidade do recurso da pedra lascada. Só mesmo palavras pontudas voando a esmo na atmosfera aridamente confortável. Ou talvez o cavalheirismo e os direitos humanos tenham destruído a arte do livre bullying, que compõe as melhores histórias de nossos pais e as mais interessantes mesas de jantar. Talvez sim, talvez não. O fato é que eu me sinto um pouco incomodado. Como eu já disse, me acostumei tanto com meu estilo lenhador russo que não controlo mais o fio de meu machado esguio. Saibam então, meus amigos, que boa parte dos golpes desferidos são realizados por distração ou desleixo, e vocês podem ter levado algumas machadadas fratern...

Eu não quero ter uma pamonharia

Eu não queria ter uma pamonharia porque eu teria que saber fazer pamonha. Eu não tenho interesse em saber fazer pamonha, acho incrivelmente gostosa e acho que se justifica todo dinheiro gasto em pamonharias. Acho na verdade que deveriam ter mais pessoas gastando seu dinheiro para comer pamonhas, pamonhas são gostosas, massa de milho ralado com queijo(queijo)dentro, as vezes linguiça e as vezes alguma outra coisa que dificilmente fica ruim; Eu diria que ficou ruim, por exemplo, o dia em que um amigo meu achou uma barata numa pamonharia aqui de Goiás. Quando ele afirmou para o garçom que a linguiça da pamonha dele tinha perninhas e o mesmo conferiu a veracidade do fato, ficou desesperado e pediu que não fosse feito nenhum alarde sobre o assunto, ele poderia levar 20 pamonhas para casa... Eu não ia querer 20 pamonhas com baratas... Mas as baratas não tiram o mérito das pamonhas e sua relação é limitada a casos isolados, de maneira nenhuma devem ser encarados como maioria. Apesar de ser ...